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Climatologista defende bioeconomia e diz que a floresta já começa a emitir mais carbono do que absorve

A Amazônia vive um momento decisivo. Em entrevista exclusiva ao JP Sustentável, o climatologista Carlos Nobre afirmou que o bioma já perdeu cerca de 18% da cobertura original e que outros 17% estão degradados. Segundo ele, se o desmatamento e o aquecimento global continuarem nesse ritmo, grandes áreas poderão se transformar em savana, comprometendo o equilíbrio climático de todo o continente. Nobre destacou que a floresta, antes um sumidouro de carbono, começa a emitir mais gases de efeito estufa do que absorve. Um estudo recente confirma essa tendência: se o desmatamento seguir no ritmo atual, a Amazônia pode deixar de capturar quase 3 bilhões de toneladas de carbono até 2030, o equivalente às emissões anuais de todo o Brasil. Para o pesquisador, é urgente zerar o desmatamento e investir em bioeconomia, ciência e inovação. “A Amazônia precisa se tornar a base de uma nova economia da floresta em pé, que valorize as populações locais e gere desenvolvimento sustentável”, afirmou.

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Carlos Nobre também reforçou que o país tem papel estratégico na estabilidade climática global: “O tempo para agir está se esgotando. O programa traz uma análise detalhada sobre o ponto de não retorno e o futuro da maior floresta tropical do mundo.” A entrevista completa do último sábado voce pode assistir abaixo, no nosso canal no Youtube.
*Esse texto não reflete, necessariamente, a opinião da Jovem Pan.
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Fonte: jovem Pan


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