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A Embraer nasceu de um projeto educacional ligado ao CTA (Centro Técnico de Aeronáutica, hoje Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial) e ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica)
Fundada em 1969 com apoio governamental, a empresa tem como objetivo desenvolver e fomentar a indústria aeronáutica nacional
O Bandeirante, um bimotor turboélice para cerca de 20 passageiros, foi o protótipo que impulsionou a criação da empresa, realizando seu primeiro voo em 1968. Ele visava a aviação regional e a integração do país
Nos anos 70, modelos como o EMB-200 Ipanema (aviação agrícola) e o Xavante (primeiro avião a jato produzido no Brasil, sob licença) ganharam destaque, diversificando os segmentos de atuação da empresa
Os anos 80 trouxeram saltos tecnológicos e uma crescente presença internacional, com o Bandeirante entrando no mercado dos EUA. Modelos como o EMB 120 Brasília e o caça AMX marcaram essa década
A empresa enfrentou grandes dificuldades financeiras no final dos anos 80, o que levou à sua privatização em dezembro de 1994. Contudo, o governo brasileiro manteve a “golden share” com direito a veto
A recuperação foi impulsionada pelo jato comercial ERJ-145 (até 50 passageiros) e, posteriormente, pelo programa de E-jets, focados no segmento de 70 a 120 assentos
Atualmente, a Embraer é uma empresa aeroespacial global e líder mundial no segmento de aeronaves de até 150 assentos, sendo a terceira maior fabricante de jatos comerciais do mundo
A Embraer entregou mais de 9.000 aeronaves para mais de 100 países e 60 forças armadas. Em média, um avião da Embraer decola a cada 10 segundos em algum lugar do mundo
Sua atuação se divide em Aviação Comercial, Jatos Executivos, Defesa & Segurança e Serviços & Suporte. A empresa mantém uma forte presença global, com operações industriais no Brasil, Estados Unidos, México e Portugal
A Embraer domina a aviação regional dos EUA, onde cerca de um terço dos voos em grandes aeroportos é operado por suas aeronaves, que se enquadram em critérios contratuais de peso e assentos
Como pioneira na aviação sustentável, a Embraer tem a meta de que suas aeronaves possam operar com 100% de Combustível de Aviação Sustentável (SAF) até 2030, o que pode reduzir as emissões em até 80%
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Fonte: Folha de São Paulo


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