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A volta da tributação de dividendos ainda é uma controvérsia entre tributaristas, mas já não é mais um tabu entre economistas, tenham eles uma atuação mais próxima ou não do mercado financeiro. Mostrei um pouco dessa mudança de posicionamento em reportagem publicada no último domingo (9), na qual converso com quatro economistas que analisam o tema.
A avaliação é que o modelo adotado pelo Brasil de concentrar a tributação no lucro da pessoa jurídica com uma alíquota elevada, isentando a pessoa física, está em desacordo com o que existe em outros países, afeta a competitividade do país e causa distorções econômicas e distributivas.
Infelizmente, o projeto do governo de reforma do Imposto de Renda aprovado na semana passada não faz essa mudança mais ampla nos dividendos e na tributação corporativa.
Sobre essa proposta, destaco aqui também a reportagem sobre seu impacto macroeconômico. As mudanças devem contribuir para o aumento do PIB (Produto Interno Bruto), mas também embutem riscos fiscais para 2026.
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Fonte: Folha de São Paulo


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