Tarcísio fala como candidato à presidência

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Crise de segurança pública impulsionou a direita e o governador de São Paulo, favorito de Bolsonaro para concorrer ao Planalto

Aloisio Mauricio/Fotoarena/Estadão ConteúdoO governador do Estado de São Paulo, Tarcísio de Freitas concede entrevista coletiva atualizando novas ações e dados de casos referente a intoxicação por metanol
Tarcísio saiu na frente a bancar seu secretário de segurança pública, Guilherme Derrite, na relatoria do PL Antifacção

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, teceu duras críticas a Lula, dizendo que ele é incapaz de atuar contra o crime organizado. Disse ainda que o PT governou o país por anos, mas não trouxe nada de novo.

De fato, desde 2003 até hoje, o PT governou o país por praticamente 16 anos, e a criminalidade só se agravou. Nesse período, a segurança pública foi tratada como tema secundário, sempre com aquela visão equivocada da esquerda de que basta resolver o social, que a criminalidade diminuiu.

De lá para cá, não houve nenhum programa de intensificação de controle nas fronteiras, ocupação permanente de áreas dominadas pelo tráfico, inclusive com apoio militar; projetos de lei de endurecimento penal (exceção a este último devido à pressão popular) e construção significativa de presídios. Pelo contrário, a segurança pública nunca foi tratada como uma questão central nas gestões petistas.

Evidentemente, todas essas lacunas serão exploradas pelo candidato da direita. Tarcísio saiu na frente a bancar seu secretário de segurança pública, Guilherme Derrite, na relatoria do PL Antifacção. Agora, bate em Lula no principal calcanhar de Aquiles da gestão petista. Não foi uma fala de um governador, mas claramente de alguém com pretensões a ser presidente.

*Esse texto não reflete, necessariamente, a opinião da Jovem Pan.



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Fonte: jovem Pan


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