[ad_1]
Os jornalistas Adriana Fernandes e André Borges apresentam nesta quinta-feira (30), às 17h, mais uma edição da C-Level Call, a conversa semanal da equipe da Folhasobre economia e política.
Entre os temas tratados estarão as consequências, em território brasileiro, da chamada guerra dos chips entre EUA e China. Para enviar perguntas e receber o link da transmissão, clique aqui.
Na semana passada, o presidente da Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores), Igor Calvet, alertou o governo brasileiro sobre a possibilidade de paralisação das linhas de produção de veículos em solo nacional por causa da falta de componentes.
A crise dos chips, deflagrada recentemente, decorre de disputas geopolíticas pelo controle de tecnologias e minerais críticos. Sob pressão dos Estados Unidos, o governo holandês assumiu o controle da Nexperia, fabricante de semicondutores ligada ao grupo chinês Wingtech, alegando riscos à segurança nacional e à economia europeia. A China reagiu bloqueando exportações de chips, o que pode afetar a indústria automotiva brasileira, dependente desses componentes para a produção de veículos.
Nesta terça-feira (28), o vice-presidente e ministro do Mdic (Desenvolvimento, Indústria e Comércio), Geraldo Alckmin, entrou em contato com a Embaixada da China no Brasil para buscar uma via diplomática que garanta o abastecimento de chips ao mercado nacional.
Em outra frente, a C-Level Call também vai analisar a discussão entre bancos e fintechs em torno do pagamento de impostos.
Em entrevista concedida à Folhae publicada neste domingo, o ex-presidente do Banco Central Roberto Campos Neto propôs uma alíquota mínima de 17,5% a bancos, fintechs e instituições de pagamento como solução para o impasse.
O encontro desta quinta também debaterá a negociação entre o governo Lula (PT) e emissários americanos a respeito do tarifaço sobre produtos nacionais que vigora desde agosto.
Neste domingo (26), o presidente Lula se encontrou com Donald Trump e anunciou o início formal das tratativas.
Embora o encontro tenha marcado uma melhora significativa na relação entre os países e haja otimismo da parte brasileira, Trump afirmou nesta segunda-feira (27) não saber se um acordo será alcançado.
[ad_2]
Fonte: Folha de São Paulo


Deixe um comentário