Com os SUVs em alta, o segmento de sedãs médios e grandes passa por um período de escassez de opções. É por isso que Porsche e BYD se encontraram em uma categoria restrita, que reúne os modelos com três volumes e dotados de tecnologia híbrida plug-in.
Enquanto o alemão Panamera 4S E-Hybrid (544 cv) foi o mais rápido, o chinês King GS (235 cv) obteve os melhores resultados de consumo. Portanto, não houve surpresas.
Em comum, os carros têm apenas o formato da carroceria e a possibilidade de serem recarregados na tomada. O Porsche é anunciado por R$ 970 mil, enquanto o BYD custa R$ 175.990.
Saiba como são feitos os testes
Para medir o desempenho dos carros, o Instituto Mauá de Tecnologia utiliza o V-Box, equipamento que usa sinal de GPS. Os testes de aceleração e retomada são feitos na pista da empresa ZF, em Limeira (interior de São Paulo).
A etapa que verifica o consumo na cidade tem 27 km. Para simular um percurso rodoviário a 90 km/h, os pilotos de teste dirigem por 31 km.
Ambos os trajetos ficam em São Caetano do Sul (ABC), onde está a sede do instituto. Se o carro for flex, são feitas duas medições: uma com etanol, outra com gasolina.
O consumo de modelos elétricos é medido por meio do carregador instalado no Instituto Mauá de Tecnologia. O teste calcula o gasto para rodar 100 km nos modos urbano e rodoviário.










