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A inflação na China acelerou para o seu maior patamar em 21 meses ao atingir 0,7% em novembro, impulsionada principalmente pelos preços dos alimentos, enquanto a deflação nos portões das fábricas se aprofundou, com tendências subjacentes sugerindo que a demanda doméstica continua fraca e é improvável que se recupere no curto prazo.
Leia mais (12/10/2025 – 10h06)
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Fonte: Folha de São Paulo


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