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Já a esquerda pensa em uma chapa ‘centrista’, formada por Simone Tebet e Marina Silva

A direita avalia três nomes para a disputa ao Senado em São Paulo: o do secretário de Segurança Pública, Guilherme Derrite (PP), que já é dado quase como certo, o do deputado federal Ricardo Salles (Novo) e o do vice-prefeito de São Paulo, coronel Mello Araújo (PL). O entendimento é que o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL), licenciado das funções e atualmente morando nos Estados Unidos – além de ser alvo do Supremo Tribunal Federal por ferir a soberania brasileira -, está “fora do jogo”. Com isso, as três opções despontam como fortes.
Nos bastidores, se fala em predileção de Derrite de entrar na disputa ao lado de Salles. A leitura é o deputado federal puxaria um maior número de votos por ser mais conhecido. Apesar disso, Salles enfrenta alguma resistência – a relação dele com nomes importantes do espectro político, como o ex-presidente Jair Bolsonaro e o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, é vista como um “vai e vém”. Durante a eleição municipal de 2024, por exemplo, Salles apoiou Pablo Marçal (PRTB), e não o atual prefeito, Ricardo Nunes (MDB). Mesmo assim, a expectativa é que Derrite e Salles sentem para conversar sobre o assunto.
O nome de Mello Araújo, no entanto ainda não foi descartado. O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, disse, inclusive, que levaria essa ideia a Bolsonaro – mas o próprio vice-prefeito não tem expressado vontade de concorrer, como mostrado pela coluna.
Do outro lado, a esquerda valia as possibilidades. O nome do ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), vem aparecendo com força nas pesquisas, mas também é cotado para uma possível disputa ao governo do Estado, assim como o de Geraldo Alckmin (PSB), vice-presidente. Nesse sentido, o espectro político pensa que uma chapa de “centro” pontuar bem. Em entrevista ao Direto ao Ponto, inclusive, a deputada federal Tabata Amaral (PSB) falou na possibilidade e no convite do partido para que Simone Tebet (MDB), ministra do Planejamento, e Marina Silva (Rede), ministra do Meio Ambiente, passem a integrar a sigla e disputem o Senado. A ideia é que candidatos mais moderados possam conseguir espaço no Estado, uma vez que, nas pesquisas de intenção de voto, a capital paulista até costuma dar mais votos à esquerda, mas o mesmo não ocorre no interior. Na última eleição presidencial, o ministro do Empreendedorismo, Marcio França (PSB), perdeu a cadeira para o senador Astronauta Marcos Pontes (PL). Neste ano, duas vagas estarão abertas.
Marina Silva durante encontro com Jovem Lideranças Evangélicas
*Esse texto não reflete, necessariamente, a opinião da Jovem Pan.
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Fonte: jovem Pan


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