‘Sem os indígenas não há futuro para a humanidade’, diz Sonia Guajajara

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Antes da conferência do clima da ONU em Belém, a ministra dos Povos Indígenas prevê ‘a maior e melhor COP’ em termos de ‘participação e protagonismo dos povos originários’

Diogo ZacariasSeminário Prevenção ao Assédio e à Discriminação no Trabalho, iniciativa do MPI Foto: Diogo Zacarias
Sonia Guajajara durante seminário “Prevenção ao Assédio e à Discriminação no Trabalho”

A ministra dos Povos Indígenas do Brasil, Sonia Guajajara, espera que os povos indígenas consigam desempenhar papéis de destaque na COP30, que começa na segunda-feira (10) em Belém, e afirma que sem eles “não há futuro para a humanidade”, em uma entrevista à AFP.

Integrante da etnia Guajajara-Tenetehara, nascida em uma reserva indígena no estado do Maranhão, ela é a primeira pessoa a ocupar o cargo criado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em seu retorno ao poder para um terceiro mandato, em 2023.

Antes da conferência do clima da ONUem Belém, Sonia Guajajara, 51 anos, prevê “a maior e melhor COP” em termos de “participação e protagonismo indígena”, ao mesmo tempo que denuncia o “racismo” sofrido pelos povos originários.

Além disso, a ministra lamenta que o governo Lulanão tenha conseguido homologar ainda mais reservas indígenas. Segundo ela, o processo foi freado por uma lei aprovada no Congresso, de maioria conservadora, que restringe o reconhecimento das terras que, por direito, pertencem aos povos originários.

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O maior país da América Latina tem 1,7 milhão de indígenas, distribuídos em 391 etnias que falam 295 línguas, em uma população total de mais de 200 milhões de habitantes.

*Com informações da AFP



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Fonte: jovem Pan


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